Segurança da Informação
Entenda mais sobre controlador de domínio e suas aplicações!
Como você bem sabe, o sucesso no multiverso da TI depende da confiabilidade dos seus trabalhos, com a elaboração de estruturas físicas ou virtuais capazes de suportar a demanda dos seus clientes ou ambiente interno da TI. Sendo assim, vamos detalhar neste artigo sobre as funções do controlador de domínio. Para muito o AD
Nosso objetivo é comentar as principais funções desta maravilhosa obra prima no multiverso, explicando o conceito, a importância e o impacto dos controladores sobre a proteção do ambiente.
O conceito e importância do controlador de domínio “AD”.
Popularmente conhecido como AD, o controlador é uma solução que ajuda a gerenciar os acesso a um servidor e diversas outras funções no ambiente de TI. O papel central desse recurso é responder as requisições “pedidos” de autenticação de segurança quando, por exemplo, um usuário realiza o login em um ambiente controlado pelo AD na empresa.
Para além disso, é importante lembrar que o AD é composto por duas ferramentas. O diretório Ativo “AD – ACTIVE DIRECTORY” e a Diretiva de Grupo “GP – GRUPO POLICY”. O GP é um painel com a lista de regras às quais os usuários estão subordinados, em que se delega maior funcionalidade e acesso aos users de maior hierarquia ou alguma função técnica.
Já o AD, serve como repositório para as informações de acesso e suas respectivas máquinas. Essa armazenagem contém objetivos, objetos de grupo é unidades organizacionais.
- Objeto: Usuários “login e senhas”, dispositivos “computadores, tablets, impressoras” e plataformas de compartilhamento de arquivos:
- Objeto de grupo: Administradores do domínio, usuários do domínio e etc.;
- Unidade organizacionais: Agrupa os objetos de grupo, otimizando a navegação o AD.
As principais dúvidas sobre o controlador de domínio
agora, vamos para as maiores curiosidades no assunto! No ponto de vista técnico, essas são as dúvidas mais recorrentes no tema, normalmente causando confusão entre os recém chegados na profissão.
Quanto controladores são necessários na estrutura?
Depende! Mais no mínimo um controlador. Afinal de contas, sem o controlador não será possível autenticar e manter o ambiente seguro no momento de efetuar o acesso às contas e maquinas do servidor, impossibilitando o funcionamento da rede interna de uma empresa. No entanto, é possível implementar mais de um controlador na mesma rede. Isso se torna funcional e seguro, vamos imaginar que o seu AD primário pare por algum motivo!
Ainda mais que não seja obrigatório configurar mais de um AD, aumenta a confiabilidade de estrutura, pois adiciona uma camada extra de segurança. Por exemplo, digamos que você definiu dois controladores na operação do seu ambiente/cliente. Caso um seja vulnerabilidade, os acessos passam a ser autenticados no controlador secundário que continua operacional.
Qual a diferença entre um controlador e um domínio?
Tecnicamente, um domínio é um endereço de servidor que permite gerenciar uma grande rede de computadores. Já o controlador é o conjunto de ferramentas que facilita essa administração, definindo regras para os usuários e autenticando os acessos no servidor em suas contas e dispositivos.
Quais as melhores práticas no uso desta solução?
No fim das contas, o especialista deve tomar algumas precações para administrar a segurança da estrutura. A primeira delas é configurar um servidor autônomo e único para controlador primário. Nesse caminho, é importante que seu AD opere apenas como controlador e nenhuma outra função.
Outra dica super importante é limitar ao máximo os acessos presenciais e remotos para esse equipamento. Para isso, você tem duas grandes possibilidades. A primeira é recorrer à encriptação dos arquivos no próprio SSDs, Já a segunda é utilizar o painel do GP “Group Policy” para cortar permissões, bloqueando o acesso de outros usuários, seja pelo console, seja pelo próprio terminal.
Para finalizar, é funcional a padronização das definições do controlador para usar em outras implementações. Assim, você organiza e agiliza o seu processo de trabalho, recorrendo às configurações otimizadas para elaborar novos controladores. Afinal, isso facilita tanto a manutenção da estrutura, quanto a construções de novos ambientes do zero.